Oscar Niemeyer: O melhor arquiteto brasileiro

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Oscar Niemeyer (Fotos: Divulgação)

Oscar Niemeyer (Fotos: Divulgação)

Oscar Niemeyer nasceu no dia 15 de dezembro de 1907, no Rio de Janeiro. Formou-se em 1934, em arquitetura pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Projetou diversas obras, sendo os edifícios públicos que desenhou para a cidade de Brasília os mais conhecidos. Em virtude disso, é considerado um dos nomes mais influentes na Arquitetura Moderna internacional.

Após o termino da faculdade (1934), pediu para trabalhar no escritório de Lúcio Costa e muitas portas se abriram. Ele se propôs a trabalhar sem remuneração, embora sua família já tivesse começando a enfrentar problemas financeiros.

Em 1936, integrou a comissão formada para definir os planos da sede do Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro, sob supervisão de Le Corbusier - que juntamente com Niemeyer, Frank Lloyd Wright, Alvar Aalto, Mies van der Rohe - foi considerado um dos mais importantes arquitetos do século XX. 

Memorial da América Latina, São Paulo

Memorial da América Latina, São Paulo

Em um dos parágrafos do livro Oscar Niemeyer, Uma Arquitetura da Sedução da Editora Bei, o artista revela que quando Lúcio Costa adotou a solução definitiva para o ministério com base em um de seus desenhos, sentiu que “não seria um arquiteto medíocre, que compreendia a arquitetura contemporânea e nela podia atuar corajosamente”.

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Entre 1940 e 1944, projetou, por encomenda do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek (JK), o conjunto arquitetônico da Pampulha, que se configura num marco de sua obra. Em 1947, foi convidado pela ONU a participar da comissão de arquitetos encarregada de definir os planos de sua futura sede em Nova York. Seu projeto, associado ao de Le Corbusier, é escolhido como base do plano definitivo.

Monumento JK, Brasília

Monumento JK, Brasília

Em 1956, iniciou, a convite do presidente da República JK a construção da nova capital, Brasília, cujo plano urbanístico foi confiado a Lucio Costa, mas em 1958, o bastão foi passado para Niemeyer, que tornou-se arquiteto-chefe da nova capital e por conta do trabalho mudou-se para Brasília, onde permaneceu até 1960.

Em 1972, abriu um escritório em Paris e elaborou diversos projetos, como a sede do Partido Comunista Francês, em Paris, 1967; a Universidade de Constantine, na Argélia, 1968; a sede da Editora Mondadori, em Milão, 1968. Ao longo de seus 100 anos de vida teve sua obra exposta em mostras individuais, como Oscar Niemeyer, L’Architecte de Brasília, no Musée des Arts Décoratifs, Paris, 1965; Oscar Niemeyer 80 Anos, no MAM/RJ, 1987; Oscar Niemeyer: escultura, no MAC/Niterói, 1999, entre outras; e coletivas como From Aleijadinho to Niemeyer, no Salão de Exposições da ONU, Nova York, 1983, e Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal, São Paulo, 1984.

Além disso, recebeu entre muitas homenagens e distinções, como, a Ordem de Comendador das Artes e Letras e a Medalha de Ouro da Academia de Arquitetura de Paris, 1982; o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de São Paulo, 1995; e o Prêmio Leão de Ouro, na 6ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza, 1996.

Museu Oscar Niemeyer

Museu Oscar Niemeyer, Curitiba

OBRAS NACIONAIS- É possível ver as obras do Niemeyer no pelo mundo e pelo Brasil. No País há muitas espalhadas pelo Rio de Janeiro - Obra do Berço (1937), Sede do Banco Boavista (1946), Casa das Canoas (1953) e Passarela Professor Darcy/Sambódromo (1983); em São Paulo - Conjunto Copan (1951) e Memorial da América Latina (1987); em Brasília - Palácio Itamaraty (1970) e Monumento JK (1980) e em Minas Gerais - Grande Hotel (1940) e Conjunto da Pampulha, Igreja de São Francisco de Assis, Casa do Baile (1943).

LIVROS:
- “Oscar Niemeyer, Uma Arquitetura da Sedução” da Editora Bei
- “Oscar Niemeyer 1999-2009″ da 7Letras
- “Oscar Niemeyer” escrito por Ricardo Ohtake
- “A Forma na Arquitetura” da Editora Revan
- “Museu da Arte Contemporânea” da Editora Revan

Consumidor paulista está mais à vontade para realizar o sonho da casa própria

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(Foto: Divulgação)

Pesquisa aponta que a classe social que se mostrou mais à vontade para comprar uma casa foi a AB (Foto: Divulgação)

Os consumidores paulistas estão um pouco mais confiantes quanto a realizar o sonho da casa própria. De acordo com o INC (Índice Nacional de Confiança) da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), divulgado nesta quinta-feira (11), a média dos que sentem à vontade para tomar esse passo importante na vida subiu de 47 para 48 pontos, entre janeiro e fevereiro.

De acordo com a pesquisa, essa tendência positiva compensou o aumento dos que se dizem um pouco e muito menos à vontade, de 28 para 29 pontos, no mesmo período.

CONSUMO - O INC dos consumidores que se mostraram à vontade para realizar compras menores, como a de um eletrodoméstico, em fevereiro, subiu dois pontos em relação a janeiro: de 41 para 43.

Já a média dos brasileiros que afirmaram se sentir um pouco menos ou muito menos à vontade para comprar esse tipo de produto agora do que há seis meses se manteve nos 37 pontos nos dois períodos.

CASA PRÓPRIA - Ao considerar as compras maiores, como a de uma casa, a pesquisa aponta que a classe social que se mostrou mais à vontade foi a AB, com 44% das respostas, contra 35% da C e 22% da DE. A região Sul apresentou 39% da população declarando estar um pouco ou muito mais à vontade com as compras maiores. Sudeste e Norte/Centro-Oeste ficaram, respectivamente, com 38% e 30% cada. Na região Nordeste, o índice foi de 18%.

Em relação aos itens para a casa, como fogão e geladeira, a maior disposição veio novamente da classe AB, que apresentou índice de 55%. Na C, o apurado foi de 51%, e na DE, de 34%. Por região, o Nordeste apresentou o maior percentual de pessoas um pouco e muito mais à vontade para realizar este tipo de aquisição, de 47%. (Com agências)

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Regiões com menor área licenciada foram a Zonas Sul e o Centro da cidade (Foto: Divulagação)

Regiões com menor área licenciada foram a Zonas Sul e o Centro da cidade (Foto: Divulagação)

Rio de Janeiro - O licenciamento para obras no município do Rio cresceu 19% em janeiro de 2010 no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. O volume, de 333.597 mil metros quadrados, é o maior da série dos últimos cinco anos. Os bairros que concentraram o maior número de licenças foram Barros Filho e Marechal Hermes, na Área de Planejamento 3 (AP3), na Zona Norte. Depois da AP-3, a região da Barra da Tijuca e Jacarepaguá (AP4) foi a que apresentou maior área com novos licenciamentos. As regiões com menor área licenciada foram a Zonas Sul e o Centro da cidade

VEJA A ÁREA TOTAL LICENCIADA POR ÁREA DE PLANEJAMENTO ENTRE 2005 E 2010 - De acordo com o secretário de urbanismo do município, Sérgio Dias, o programa Minha Casa, Minha Vida é um dos responsáveis pelo crescimento habitacional.

“Desde 2007, a curva da área de habitação começou a aumentar com a vinda de empresas de outros estados e países, além da consequente abertura de capital. Apesar da crise desencadeada em 2009, o lançamento do programa do governo Minha Casa, Minha Vida alavancou o setor imobiliário com empreendimentos voltados para a faixa entre 0 e 10 salários mínimos. Com isso, fechamos 2009 com 5,059 milhões em área licenciada. Acredito que vamos terminar 2010 com 7 milhões”, diz o secretário.

Outro fator que também contribuiu para elevar o número de licenciamentos de obras foi a redução do tempo para aprovação dos projetos de construção de um ano para 30 dias, como atesta o consultor da Ademi Rio, David Cardeman.

“A redução do período de aprovação de projetos para 30 dias acelerou bastante o processo de licenciamento. Agora, a prefeitura dá a licença de obra e a pessoa tem 90 dias para apresentar outros documentos, como a licença ambiental. Com isso, houve uma corrida grande nesse sentido”, explica.

Do total de área licenciada, 80% é destinada ao uso residencial, sendo a maior parte referente às construções para a faixa entre 0 e 3 salários mínimos. O número de obras residenciais licenciadas em janeiro de 2010 é de 3.170 unidades, enquanto no mesmo período de 2009 foi de 1182 unidades. O crescimento foi de 168%. Sérgio Dias aposta no crescimento do setor imobiliário nos bairros de São Cristóvão, Centro da Cidade e Avenida Brasil.

“A cidade tem muito para crescer nessa zona. São áreas que possuem bom sistema viário e de serviços e que vêm recebendo muitos investimentos. A tendência da cidade é crescer nesta direção na área de habitação”, diz Sérgio Dias.

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Caixa espera assinar 63 mil contratos de financiamento imobiliário (Foto: Divulgação)

Caixa espera assinar 63 mil contratos de financiamento imobiliário (Foto: Divulgação)

A caixa Econômica Federal prepara o 6° Feirão Caixa da Casa Própria, que acontecerá de 20 a 23 de maio, no Riocentro. O número de imóveis colocados à venda ainda não está fechado, mas o banco acredita que assinara 63 mil contratos de financiamento imobiliário este ano no estado, para as diversas faixas de renda.

O feirão reúne várias construtoras. Todos os imóveis participantes do evento têm financiamento aprovado pela Caixa. Ao juros são a partir de 4,5% ao ano mais Taxas Referenciais (TR) e o empréstimo pode chegar a 100%, com pagamento em até 30 anos. O orçamento da Caixa para investir em habitação no Rio é de R$ 4,61 bilhões em 2010.

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Aluguéis residenciais novos subiram 0,4% em fevereiro

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Moradias de 1 dormitório registraram a maior elevação nos preços (Foto: Divulgação)

Moradias de 1 dormitório registraram a maior elevação nos preços (Foto: Divulgação)

Os aluguéis residenciais contratados em fevereiro na cidade de São Paulo registraram aumento de 0,4% em relação aos valores médios do mês anterior. No acumulado dos últimos 12 meses, o preço de locação de sobrados e apartamentos subiu cerca de 8,4%, variação superior ao da inflação oficial do País, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA), do IBGE, que foi de 4,83% no mesmo período.

As moradias de 1 dormitório registraram a maior elevação nos preços de aluguel em fevereiro de 2010 (1% de acréscimo sobre janeiro), movimento puxado principalmente pelas regiões central e leste periférico. Já os preços das residências de 2 dormitórios ficaram estabilizados, ao passo que o preço dos imóveis de 3 quartos teve pequena alta de 0,2%, graças especialmente à contribuição das regiões sul e leste 1 (Mooca e Tatuapé).

As informações apresentadas na pesquisa foram produzidas pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP e objetivam acompanhar o comportamento do mercado imobiliário de aluguéis na Cidade de São Paulo. Os valores são apresentados por m² (área privativa de apartamentos e área construída de casas e sobrados), organizados em oito grandes regiões: Centro; Norte; Leste (dividida em duas zonas: a que corresponde à área do Tatuapé à Mooca; zona B - outros bairros dessa área geográfica, como Penha, São Miguel Paulista, etc.); Oeste (segmentada em duas: zona A - Perdizes, Sumaré, Pinheiros e vizinhanças; zona B - bairros como Butantã, Jaguaré); Sul (dividida em duas sub-regiões: zona A -Jardins, Moema, Campo Belo, Vila Mariana, dentre outros; zona B - bairros como Campo Limpo, Ipiranga, etc.).

Os dados estão organizados por faixa de valores por metro quadrado, número de dormitórios e por estado de conservação. Por exemplo: um imóvel de 3 quartos na zona Norte, em bom estado, possuiria aluguel por m² entre R$ 12,90 e R$ 13,26, o que significa que uma moradia de 90 m2 na região teria locação situada entre R$ 1.161,00 e R$ 1.193,00.

GARANTIA - O tipo de garantia mais comum nas locações residenciais em fevereiro continuou sendo o fiador, responsável por mais da metade dos imóveis locados (51%). O depósito ou caução em dinheiro foi usado em 29% dos contratos locatícios. O seguro-fiança garantiu aluguéis em cerca de 20% das moradias locadas.

As residências vagas alugadas mais rapidamente foram as casas e os sobrados, que demoraram em média de 10 a 26 dias para serem ocupadas por inquilinos. Os apartamentos foram escoados em prazo maior: 16 e 34 dias. Na média, um imóvel bem localizado e em bom estado de conservação levaram uma média de 11 dias para ser alugado.

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