Arquitetos criam projeto de casas empilhadas na Alemanha

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Fachada do projeto de Herzog e de Meuron para a loja Vitra Haus (Fotos: Divulgação)

Fachada do projeto de Herzog e de Meuron para a loja Vitra Haus (Fotos: Divulgação)

Rio de Janeiro - Num olhar de relance, parecem 12 “casas”, empilhadas em cinco andares. Janelas de vidro envolvem as fachadas de todas elas para exibir parte das peças da marca de mobiliário Vitra Haus. O showroom fica localizado na cidade de Weil Am Rhein, divisa entre Alemanha e Suíça. O projeto de arquitetura da nova loja, assinado pelo escritório Herzog e de Meuron, ganha destaque pelo desenho inusitado, irregular e com vista para todos os lados, que tanto possibilita ao visitante admirar a paisagem como os móveis da loja de forma entrelaçada.

O prédio, com 21,3m de altura, 54m de largura e 57m de comprimento, funciona como anexo da Vitra Design Museum, do renomado arquiteto canadense Frank Gehry. No térreo, entre as cinco casas que são usadas como base para o empreendimento, há uma espécie de vão, que funciona como mais uma área de exposição das peças do showroom ou como um espaço ao ar livre para uso no verão. Os interiores, no entanto, são claros e neutros de forma a valorizar o mobiliário criado para a marca Vitra por famosos designers, como Charles & Ray Eames, Verner Panton, Mario Bellini e Antonio Citterio.

A irregularidade dos espaços e da fachada revelam a complexidade do projeto. Mas a aparência caótica do desenho é logo convertida numa mensagem lúdica, que permite o diálogo entre o interior e a paisagem. As casas parecem ser todas suspensas e independentes, ainda que sejam ligadas por grandes corredores. Todas as escadas são integradas e propõem ao visitante diferentes caminhos, remetendo a um labirinto.

Construídos com paredes de concreto, os módulos do prédio de cinco andares apresentam as faces das extremidades envidraçadas, privilegiando a vista do campus durante o dia. À noite, as fachadas de vidro se transformam em vitrines iluminadas para a enorme coleção de produtos da marca.

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Empresários da construção civil mantêm otimismo para 2010

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Nível de atividade teve pequena queda em janeiro, diz CNI (Foto: Divulgação)

Nível de atividade teve pequena queda em janeiro, diz CNI (Foto: Divulgação)

Brasília - De olho no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) a ser anunciado ao fim deste mês, que ampliará obras de infraestrutura em geral e o programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, os empresários da construção civil seguem com uma percepção bastante otimista sobre o aumento da atividade em 2010.

Sondagem da Construção Civil aponta que o indicador de expectativa para os próximos seis meses situou-se em 68,4 pontos em fevereiro. Embora tenha apresentado ligeiro recuo ante os 70,6% da média de janeiro deste ano, o índice se encontra bem acima dos 50 pontos, linha divisória para as percepções negativas e positivas.

De acordo com pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), as grandes empresas frearam o entusiasmo que demonstraram em janeiro, quando a expectativa no primeiro mês do ano saiu de 78,8 pontos para 70,1 pontos em fevereiro. Entre os proprietários das pequenas e médias construtoras, o otimismo cresceu. Nas pequenas, o indicador subiu de 63,2 pontos para 65 pontos e nas médias, de 69,3 pontos para 69,5 pontos.

Realizado entre 1º e 24 de fevereiro com 335 empresas (192 pequenas, 106 médias e 37 grandes), o levantamento captou também o desempenho da construção civil em janeiro. O nível médio de atividade situou-se em 50,5 pontos no começo deste ano, depois de ficar em 53,7 pontos no último mês de 2009.

Para o economista da CNI responsável pela sondagem, Renato da Fonseca, ” a estabilidade se deu em patamar elevado ” , pois acima dos 50 pontos ” denota que o nível de atividade em janeiro está próximo ao usual para o mês.

A Sondagem da Construção Civil é um novo indicador que a CNI passou a divulgar, mensalmente, este ano.

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Promoções de materiais de construção em lojas do Rio

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A época está boa para reformar. Duas grandes redes de material de construção estão em promoção. A Casa Show iniciou, na sexta-feira, a campanha “Reformarço” em suas nove lojas. São 24 produtos com até 24% de desconto nos setores de cerâmica, material básico, acabamento e elétrica. O cimento Mauá CPII - 32, saco de 50kg, por exemplo, baixou de R$20,90 para R$19,90. A Leroy Merlin também promove o “Festival da Construção 2010″, que vai até o dia 22 deste mês, nas lojas de Bangu, Barra da Tijuca, Cachambi e Niterói. Tanto na Casa Show quanto na Leroy, as compras podem parceladas sem juros nos cartões de crédito.

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Cimenteira lança casa de R$ 45 mil

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A cimenteira Holcim lança hoje o projeto de casas populares “Minha casa, minha vida”, desenvolvida em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ. O custo da unidade está em torno de R$ 45 mil, dos quais R$ 27 mil referentes ao material. A construção não exige canteiro de obras. pois os materiais chegam em contêineres, e leva cerca de 60 dias, podendo variar de acordo com as condições climáticas.

Sinduscon quer manutenção do programa

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Setor vai sugerir o aperfeiçoamento do programa (Foto: Divulgação)

Setor vai sugerir o aperfeiçoamento do programa (Foto: Divulgação)

O sindicato da indústria da Construção Civil do Rio (Sinduscon) está produzindo um conjunto de propostas de incentivo a habitação, que será entregue aos candidatos à Presidência da Republica. A ideia central, segundo o presidente da entidade, Roberto Kauffmann, é propor aos candidatos à sucessão de Lula que mantenham o programa “Minha casa, minha vida”.

“Vamos sugerir o aperfeiçoamento do programa, para que ele fique mais ágil e melhor”, disse Kauffmann. Ele afirmou ainda que todos os candidatos serão convidados a visitar o sindicato e conhecer o estudo, que ainda não está pronto. Programa no Rio Mais de 275 mil famílias já se cadastraram no “minha casa, minha vida” em todo o estado do Rio. Os números foram divulgados ontem pela superintendente regional da Caixa no Rio, Nelma Tavares, durante um seminário sobre construção civil, realizado pela Associação Nacional dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec - Rio). Segundo Nelma 169 mil famílias inscritas têm renda de até três salários mínimos.




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