Arquitetos criam projeto de casas empilhadas na Alemanha

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Fachada do projeto de Herzog e de Meuron para a loja Vitra Haus (Fotos: Divulgação)

Fachada do projeto de Herzog e de Meuron para a loja Vitra Haus (Fotos: Divulgação)

Rio de Janeiro - Num olhar de relance, parecem 12 “casas”, empilhadas em cinco andares. Janelas de vidro envolvem as fachadas de todas elas para exibir parte das peças da marca de mobiliário Vitra Haus. O showroom fica localizado na cidade de Weil Am Rhein, divisa entre Alemanha e Suíça. O projeto de arquitetura da nova loja, assinado pelo escritório Herzog e de Meuron, ganha destaque pelo desenho inusitado, irregular e com vista para todos os lados, que tanto possibilita ao visitante admirar a paisagem como os móveis da loja de forma entrelaçada.

O prédio, com 21,3m de altura, 54m de largura e 57m de comprimento, funciona como anexo da Vitra Design Museum, do renomado arquiteto canadense Frank Gehry. No térreo, entre as cinco casas que são usadas como base para o empreendimento, há uma espécie de vão, que funciona como mais uma área de exposição das peças do showroom ou como um espaço ao ar livre para uso no verão. Os interiores, no entanto, são claros e neutros de forma a valorizar o mobiliário criado para a marca Vitra por famosos designers, como Charles & Ray Eames, Verner Panton, Mario Bellini e Antonio Citterio.

A irregularidade dos espaços e da fachada revelam a complexidade do projeto. Mas a aparência caótica do desenho é logo convertida numa mensagem lúdica, que permite o diálogo entre o interior e a paisagem. As casas parecem ser todas suspensas e independentes, ainda que sejam ligadas por grandes corredores. Todas as escadas são integradas e propõem ao visitante diferentes caminhos, remetendo a um labirinto.

Construídos com paredes de concreto, os módulos do prédio de cinco andares apresentam as faces das extremidades envidraçadas, privilegiando a vista do campus durante o dia. À noite, as fachadas de vidro se transformam em vitrines iluminadas para a enorme coleção de produtos da marca.

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(Foto: Divulgação)

Búzios é uma das cidades mais chamosas da Região dos Lagos (Foto: Divulgação)

Rio de Janeiro - Enquanto Luciana não se entrega de vez ao amor de Miguel, e Helena é disputada por pai e filho, outra intensa competição tem como pano de fundo a cidade de Búzios, que divide com o Rio o cenário da trama da novela das 21h. É a busca por um lugar ao sol - mas com paredes e telhado - numa das cidades consideradas mais charmosas da Região dos Lagos.

Entre a classe média, é difícil passar uma semana - ao menos neste escaldante verão do Rio - sem ouvir histórias de quem foi visitar o balneário. É fato: a mais recente novela de Manoel Carlos alavancou o número de visitantes do município sobremaneira, como mostra a reportagem de Felipe Frisch na edição do O Globo deste domingo. Mas não é só gente que quer ficar um fim de semana. A procura por casas de veraneio, para alugar e até mesmo para comprar, tem aumentado muito. Em consequência, sobem os preços.

O empresário Marco Aurélio Cremona, dono de quatro lojas Lupo no Rio, comprou uma casa na Baía Formosa há cerca de um ano - trocando a que ele tinha na mesma praia desde 1996 -, para onde vai com a mulher e os três filhos adolescentes, de 11, 13 e 17, pelo menos uma vez por mês. Ele conta que um imóvel avaliado em R$ 650 mil, na época em que estava procurando, está sendo vendido hoje a R$ 950 mil, numa valorização de quase 50% (46,15%).

O efeito Manoel Carlos é confirmado pelos especialistas no mercado imobiliário local. O diretor comercial da Predial Imóveis, corretora com lojas em Cabo Frio e Búzios, Léo Monteiro, avalia que a demanda por imóveis para temporada também aumentou muito. Ele conta que o aluguel por dez dias de uma casa de dois quartos na praia de Geribá, que valia R$ 2,8 mil no verão passado, não sai por menos de R$ 4,5 mil (mais 60,71%) este ano. Em João Fernandes, uma casa maior, de quatro quartos com quintal, no verão de 2009 era alugada por R$ 5,5 mil. No verão de “Viver a Vida”, o preço “já começa em R$ 8 mil” (mais 45%).

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Feiras apresentam as tendências de acabamentos para construção, arquitetura e decoração

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Porcelanas com esmalte de ouro 18 quilates e com platina trabalhada, da Atlas (Foto: Divulgação)

Porcelanas com esmalte de ouro 18 quilates e com platina trabalhada, da Atlas (Foto: Divulgação)

Rio de Janeiro - É como uma semana de moda. Só que na área de acabamentos da construção, arquitetura e decoração. A partir da próxima terça-feira, 9, as tradicionais feiras Revestir e Kitchen & Bath aportam na Transamerica Expo Center, em São Paulo, para desfilar as tendências do mercado internacional em revestimentos e em acessórios de cozinhas e banheiros. As novas tecnologias e a sustentabilidade continuam sendo os carros-chefe dos eventos, que devem receber este ano cerca de 45 mil visitantes, entre designers, arquitetos, decoradores, engenheiros, construtores e lojistas.

No segmento de luxo, a Revestir, na sua oitava edição, traz alguns novos tipos de revestimento com aparência de jóias esculpidas. Já imaginou, por exemplo, ter uma parede toda revestida em ouro? Pois bem. A Atlas chega a um dos pavilhões do evento para apresentar pastilhas de porcelana com esmalte de ouro 12 quilates e platina trabalhada em alto relevo. Outra marca que ganha destaque entre os 181 expositores do evento é a Portinari, que traz placas cerâmicas em alta definição de imagem com a possibilidade de resolução em 3D.

Mas a feira não é destinada apenas aos que tem dinheiro de sobra no bolso. De acordo com o presidente da Revestir, Antônio Carlos Kieling, a possibilidade de customização e reprodução de materiais mais caros vem ganhando maior espaço na área de acabamentos, o que possibilita a redução do preço final do material.

“A Revestir obedece a uma estratégia de internacionalizar o mercado de revestimentos. E o nosso objetivo é apresentar soluções para todos os tipos de público. Além das opções de alto padrão, temos expostas peças de acabamento que reproduzem materiais refinados, como madeiras, além de peças que oferecem alteração da percepção visual do ambiente, sempre aliados a sustentabilidade”, diz Kieling.

Nessa linha, a paulistana Gyotoku possui revestimentos que reproduzem a geometria, a textura e o visual de madeiras e metais. Como é o caso da linha Amazon Wood, que pretende levar para os ambientes a imponência da madeira da floresta tropical em suas porcelanas. Outra empresa que investe na reprodução de materiais é a Incefra. A linha “Painel Decorativo” para pisos e paredes, formada por placas de cerâmica, traz os efeitos do tijolo e das pequenas pedras filetadas conhecidas como “canjiquinha”. Os pisos estampados da linha Polar, inspirados em formas orgânicas, florais e geométricas, e da Amazônia, que reproduz os nós das tábuas de madeira antigas, também merecem destaque. A Setti Design também investe em pisos com desenhos na linha Flex Floor. As peças são feitas à base de resina de poliuretano e podem ser compostas de a partir da combinação de variadas cores.

No segmento da decoração, o Estúdio Glicée apresenta a coleção de papel de parede “Papier Souché”, sustentável, já que é livre de PVC e atóxica, e que reproduz texturas e elementos da natureza. Pegando carona na sustentabilidade, a Revestir apresenta, ainda, linhas de revestimentos com baixa espessura, que utiliza baixo consumo de energia para sua fabricação. Exemplo disso é a coleção da Portobello, a “Extra Fino”, que confecciona porcelanatos de quatro milímetros, e a da Eliane, a “Laminun”, com peças de 3,5 milímetros.

Cozinhas e banheiros luxuosos e com tecnologia avançada
A 5ª edição da Kitchen & Batch - Feira Internacional de Produtos e Acessórios para Cozinhas e Banheiros reúne as principais tendências para o setor de arquitetura e construção. No evento, serão exibidos produtos e acessórios de mais de 60 expositores nacionais e internacionais. Entre os lançamentos de produtos para banheiros e cozinhas estão fogões, refrigeradores, coifas, bancadas, revestimentos especiais, aparelhos de ar condicionado, exaustores, banheiras, equipamentos para hidromassagem e boxes.

No segmento de banheiros, a Doka - Bath Works, fabricante nacional de banheiras vitorianas em ferro fundido esmaltado e representante exclusiva das banheiras inglesas da Victoria & Albert na América Latina, apresenta sofisticadas novidades. Além de novos e inusitados modelos de banheiras contemporâneas fabricadas com um composto de rochas vulcânicas, a empresa traz ao Brasil os produtos da Herbeau, tradicional marca francesa do segmento de luxo para banheiros e cozinhas.

Amazon Wood, da Gyotoku reproduz fielmente o visual das madeiras da floresta tropical

Amazon Wood, da Gyotoku reproduz fielmente o visual das madeiras da floresta tropical

Já a Altero Design chama atenção pelos seus produtos com design diferenciado. O desenho do misturador Fluida, por exemplo, que reproduz no metal a sensação de fluidez da água, é aliado a uma tecnologia que permite a redução do consumo de água. A nova linha tem uma base que faz a água escorrer para a bancada de apoio, fazendo um movimento contínuo e suave.

Passando para a cozinha, a italiana Falmec prepara para a Kitchen&Bath o lançamento de dois novos modelos de coifas que unem inovação tecnológica, alta performance e design. Confeccionadas em aço inox de altíssima qualidade, as novas coifas Butterfly e Prestige possuem comando digital com aspiração perimetral, filtro anti engordurante removível e lavável, motor com velocidade de 800 m³/h e iluminação especial.

Ainda nas cozinhas, a Gas Grill chega este ano na feira para exibir as churrasqueiras da empresa americana Char-Broil. Os modelos apresentados foram recém lançados nos Estados Unidos e se destacam pelo funcionamento a gás, que reduz os danos ao meio ambiente. Com “Espaço Gourmet” completo, o grill integra churrasqueira, forno de pizza e fogão lateral.

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Mark Hampton mudou a Casa Branca

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Biblioteca decorada nos anos 70, o vermelho, faz contraste com a porcelana azul e branca (Reprodução)

Biblioteca decorada nos anos 70, o vermelho, faz contraste com a porcelana azul e branca (Reprodução)

Mark Hampton, o celebrado decorador americano, morreu em 1998, aos 58 anos, tendo feito jus ao ditado francês, ‘Il faut meubler l’interieur de soi même’ ou seja, ‘É preciso mobiliar o interior de si mesmo’. Um estudioso que entendia de música e literatura, escrevia livros com conteúdo, dava palestras com leveza, pintava aquarelas como ninguém, teve durante anos uma coluna na House and Garden e tinha prazer em ensinar e dividir com os outros o que sabia. Palladio, Lutyens, Sir John Soane e David Adler eram mestres admirados e tema recorrente.

Não só conhecia profundamente estilo e gênero, arquitetura, design e os mais importantes edifícios do mundo por dentro e por fora, como era um atento observador do trabalho dos grandes criadores, não só os de ontem, mestres e predecessores, mas também o de seus contemporâneos. É dele o charmoso Legendary Decorators of the Twentieth Century, ilustrado com aquarelas de interiores feitas de próprio punho e publicado em 1992 pela Doubleday.

Nascido e criado em Indiana, onde estudou artes plásticas e história da arte, voltou-se inicialmente para o modernismo, mais na linha Studio 54 e nas pegadas de David Hicks, de quem se tornou representante em Nova York, em 1967. Sem abandonar o colorido do mestre inglês e a consciência dos novos tempos, e tendo trabalhado com Sister Parish e Albert Hadley e também na famosa McMillen Inc. durante alguns anos, preferiu partir para um mundo decorativo que buscava inspiração no passado, e logo percebeu que era possível ser tradicional e descontraído ao mesmo tempo, e que espontaneidade e nostalgia podem caminhar juntas.

O que soasse pretensioso seria sinal de vulgaridade. Para ele, era fundamental que o ambiente emanasse bem-estar. Não lhe interessava assumir um estilo tipo “marca registrada”. Sabia o que fazia, e o porquê. Concordava com a frase de um de seus mentores que dizia que “o perfeito designer de interiores é aquele que, depois do trabalho pronto, tal qual um mágico, se subtrai e desaparece”. Brilhante em qualquer estilo, versátil como poucos, faria o projeto de acordo com as circunstâncias do cliente. Para ele, decorar não deve ser uma questão de ego, pirotecnia ou de impor a própria vontade sobre a do cliente. “A qualidade é o que vai tornar o trabalho duradouro.”

Em 1976 já era dono de seu próprio nariz e, com o boom econômico dos anos 80, não lhe foi difícil encontrar uma clientela disposta a gastar com antiguidades do século 18 e 19, tapetes orientais, chintz estampados e gravuras botânicas e arquiteturais. Sua memória visual e o profundo conhecimento que tinha em matéria de estilos fez com que logo estivesse restaurando e decorando espaços públicos e privados. Seu prazer maior era poder decorar um salão de belas proporções. Se arquitetonicamente bem resolvido, meio caminho já estaria percorrido.

Rigoroso em matéria de ordem e proporção, conseguia que elementos aparentemente discordantes convivessem em sintonia como se fizessem parte de um mesmo mundo orgânico. Podia criar um espaço com look anos 30, com cores cremosas e alouradas, e enchê-lo de antiguidades românticas, ou dar a uma casa de campo americana um jeito bem english country house com direito a papel William Morris na sala de jantar. No quarto dos donos de uma grande casa na Flórida, criou um look neoclássico que evocava os trópicos em alto estilo. Nesse espaço, para lembrar o mar e o céu, juntou os mais diversos tons claros de azul. Já em outro importante apartamento na Park Avenue, resolveu homenagear Elsie de Wolfe. Escolheu, para as paredes da enorme sala de jantar com lareira, um papel imitando as famosas treliças da legendária decoradora.

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IDEIAS PARA APROVEITAR MELHOR O ESPAÇO DA CASA

O HOME DOS PRESIDENTES - Clientes importantes não faltaram. Para Nancy e Ronald Reagan fez o Green Room na Casa Branca e, também desta sala, um retrato em aquarela que ilustrou o cartão de Natal do casal presidencial em 1983. George e Bárbara Bush foram clientes assíduos e fiéis. Para eles, enquanto figuras públicas, decorou os espaços privados e o Oval Office da Casa Branca, a Blair House onde os presidentes americanos hospedam dignitários estrangeiros, a casa presidencial de Camp David e a casa do vice-presidente em Massachusetts Avenue. Mais tarde, em Houston, no Texas, fez a residência particular do casal, a casa de praia e a Biblioteca e o Museu Presidente George Bush.

Para os Clinton, fez o Blue Room, onde até então tinha sido mantida a decoração feita pelo famoso Stephane Boudin a pedido de Jackie Kennedy nos anos 60. Mais tarde confessou ter sido esse o seu maior arrependimento, apagar na Casa Branca uma obra já histórica desse grande mestre.

Para Estée Lauder fez três grandes casas e, para Pamela Harriman, quando embaixadora dos Estados Unidos em Paris, toda a parte privada da embaixada.

Mark Hampton deixou claro que, em nosso dia a dia, é possível aliar estilo e charme, e que privilégio e discrição são perfeitamente compatíveis: “O papel do decorador, hoje, é equilibrar o desejo de beleza, de chique e de glamour com as necessidades mais prosaicas da domesticidade”. Dizia também que o minimalismo é para os muito jovens.

Elegante, bonito e agradável no trato, desde que entrou nunca deixou a lista dos homens mais elegantes do mundo feita anualmente pela famosa jornalista Eleanor Lambert. O livro Mark Hampton on Decorating, editado pela Random House, vale a leitura.

Dicas para arrumar quadros pelos ambientes

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(Foto: Divulgação)

Projeto de Gisele Taranto e Izabela Lessa (Foto: Divulgação)

Rio de janeiro - Aquela parede branca e sem vida da casa pode ser bem vestida com pinturas, gravuras ou fotografias. Mas não vale sair pendurando imagens sem antes fazer um projeto para escolher os melhores locais para cada peça. É preciso ter paciência, visão geométrica, senso harmônico e, claro alguma habilidade com o martelo. A combinação dos tipos de moldura e a distância entre as imagens são fundamentais para criar um resultado harmonioso.

Na sala, a parede onde fica o sofá, móvel de maior destaque do ambiente, é, a princípio, a mais atraente para pendurar todo tipo de obra de arte. De acordo com a arquiteta Monique Granja, o quadro deve ficar a uma altura de 20 a 25 centímetros acima do sofá e não deve ter uma largura maior que a do móvel. No caso da combinação de pequenos quadros numa só parede, a dica é criar uma linguagem que estabeleça uma ligação entre eles.

“É preciso ter cuidado com a escolha das molduras e dos tipos de imagens ou pinturas que serão usados numa mesma parede. Se o morador optar por uma moldura antiga, por exemplo, todos os quadros devem ser emoldurados com materiais dessa linha. Se a pessoa pendurar todas as imagens sem buscar uma ligação e uma distância equivalente entre elas, vai acabar poluindo visualmente o espaço’, opina a arquiteta.

As paredes livres e sem móveis recostados ou qualquer outra interferência podem ser ótimos locais para brincar com quadros e fotos, podendo alguns deles ser fixados até mesmo a uma altura próxima ao chão.

“Toda a distribuição de quadros exige um toque de ousadia, pois é ela que vai dar a graça à parede. Um quadro perto do chão pode ser esse toque”, acrescenta Jaime Vilasseca, proprietário da loja de molduras Vilasseca.

Aos que estão planejando pendurar quadros em casa pela primeira vez, uma dica é fazer um desenho proporcional no papel. Mas, nos casos de falta de habilidade para o desenho, há ainda outras opções. Uma delas é recortar papel kraft no mesmo tamanho das molduras e colá-los com fita adesiva na parede para simular a arrumação. Ou, então, espalhar as obras no chão em frente à parede para ensaiar o arranjo.

E, caso prefira dispensar o uso de pregos, por que não usar a imagens apenas encostadas na parede, no chão, ou numa prateleira? O arquiteto Luiz Fernando Grabowsky exemplifica com o projeto de um quarto, feito em parceria com a Todeschini Ipanema, em que uma das paredes dá um lugar a um painel de madeira laqueada de branco com saliências para apoiar quadros e revistas. Com esse recurso, lembra Grabowsky, o morador pode mudar com facilidade os objetos em exposição e assim compor rapidamente um novo cenário no ambiente.

Outra opção é escolher quadros com fitas adesivas fixadoras. Mas elas devem ser usadas com cautela, já que a durabilidade do produto pode variar de acordo com condições específicas, lembram os especialistas. Paredes úmidas ou com pinturas soltas e ambientes extremamente quentes, por exemplo, podem impedir a perfeita fixação da fita e causar acidentes.

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