Apesar de crescimento, Brasil cairá em ranking de mercados de construção até 2020

Categorias: ÚLTIMAS NOTÍCIAS
(Foto: Divulgação)

Crescimento projetado para o setor no Brasil está bem abaixo da média mundial (Foto: Divulgação)

A indústria da construção no Brasil deve crescer 6,5% entre 2009 e 2014 e 3,4% de 2014 a 2020, segundo a pesquisa “Perspectivas para a Construção Global 2020″, lançada hoje pela Universidade de Oxford. A expansão deve ser impulsionada pela Copa de 2014, pelos Jogos Olímpicos de 2016 e por programas de incentivo à construção residencial.

No entanto, o país deve cair da 12ª para a 14ª posição entre os maiores mercados de construção do mundo até 2020. O crescimento projetado para o setor no Brasil está bem abaixo da média mundial, que deve atingir 70% na próxima década. Entre os países emergentes, a alta deve ser de 110%, mais de três vezes o esperado para os países desenvolvidos.

Na China, o crescimento projetado é de 130%. Segundo o estudo, a país vai ultrapassar os Estados Unidos como maior mercado de construção até 2018, atingindo participação de 19,1% do mercado global. A Índia deve passar da 9ª para a 3ª colocação no ranking até 2020.

No Oriente Médio e África, espera-se expansão de 80%, com destaque para a Nigéria, que será o país com alta mais acelerada no setor de construção do mundo, na avaliação dos pesquisadores.

O nível de crescimento do setor nos países pesquisados na América Latina - Brasil, Argentina, México e Colômbia - deve ser o mais baixo entre os mercados emergentes incluídos no estudo. Nenhuma nação da América Latina estará no ranking dos 10 países com maior crescimento na próxima década.

De acordo com um dos consultores da pesquisa, Mike Betts, Diretor-executivo e analista de construção global do JP Morgan, os países da América Latina serão superados por outros como China, Índia, Vietnã, Turquia e Polônia.

O desafio da indústria de construção no Brasil, segundo ele, é “como lidar com os elevados gastos públicos nos investimentos para os Jogos Olímpicos e a possibilidade de desaceleração da economia a partir de 2014, o que reduziria o volume de recursos destinados à infraestrutura até 2020.”

O setor de construção mundial só deve voltar a crescer em 2011, devido à crise econômica, cujos efeitos atingiram proporções épicas, segundo os pesquisadores. Hoje o valor estimado do mercado de construção é de US$ 7,5 trilhões (R$ 12,9 trilhões).

Em 2020, a cifra deve atingir US$ 12,7 trilhões (R$ 21,9 trilhões).
Mike Betts acredita que uma mudança drástica na importância dos mercados emergentes se aproxima: “Nós prevemos taxas de crescimento surpreendentes para China e Índia nos próximos dez anos”, disse.

Entre os países desenvolvidos, a maior taxa de crescimento deve ser registrada nos Estados Unidos, principalmente entre 2011 e 2013. O setor de construção residencial americano deve crescer 60% entre 2009 e 2014, apesar dos efeitos da crise dos financiamentos imobiliários. O menor crescimento entre os países desenvolvidos deve ser o do Japão.

A pesquisa foi realizada em 35 países, que representam mais de 85% do PIB mundial.

ENCONTRE SEU IMÓVEL NO ZAP:

LEIA MAIS:

CONDOMÍNIOS DE LUXO AGORA TÊM GESTÃO ‘PERSONNALITÉ’ EM SP

PREFEITURA ESTUDA FAZER A CALÇADA E COBRAR NO IPTU

Designers de tapetes e carpetes se inspiram na arquitetura moderna brasileira e nas belezas naturais

Categorias: ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Tapetes inspirados na Castanheira, espécie de árvore típica da floresta (Fotos: Divulgação)

Tapetes inspirados na Castanheira, espécie de árvore típica da floresta (Fotos: Divulgação)

Rio de Janeiro - Que tal deixar os ambientes da sua casa com tapetes e carpetes inspirados nas curvas suaves da arquitetura moderna brasileira. Ou, quem sabe, em espécies de árvores representativas da floresta? Pois a Avanti Tapetes acaba de lançar as coleções Elementos, de Baba Vacaro, e Árvore da Vida, de Bia Lettiére e Márcia Bergmann. As estampas se valem da geometria para traduzir todo o universo conceitual dos designers.

Na coleção Árvore da Vida, cada tapete faz referência a uma parte da árvore Castanheira, espécie ou aos processos naturais que a cercam. As designers Bia Lettiére e Márcia Bergmann criaram nove modelos de tapetes que ganharam nomes indígenas, Apiaká, Araweté, Assurini, Caiapó, Kayaby, Parakanã, Pukanu, Suruí e Xikrin.

Tapetes inspirados na arquitetura moderna brasileira com ambientação do cenógrafo Marton

Tapetes inspirados na arquitetura moderna brasileira com ambientação do cenógrafo Marton

Já a linha Elementos é baseada no vocabulário plástico da arquitetura moderna brasileira, em especial aquela conhecida como “escola carioca” de geometria suave. Nomeados de Tabique, Gradil e Cobogó, esses tapetes com formas geométricas partem dos elementos arquitetônicos marcados em nossa memória pelo trabalho de arquitetos, paisagistas e artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão, Burle Marx e Cândido Portinari e transformam-se em tramas a um só tempo singelas e marcantes.

AVANTI TAPETES
Rio de Janeiro - Casashopping Bloco H, tel. (21) 2429-8122
São Paulo - Al. Gabriel Monteiro da Silva, 887, tel. (11) 3088-5200 e Shopping D&D, piso L3, tel. (11) 3043-9339

ENCONTRE SEU IMÓVEL NO ZAP:

LEIA MAIS:

FESTIVAL DESIGN DE LONDRES APRESENTA JOVENS CRIADORES

ASSISTA NO ZAP COMO CUIDAR DO JARDIM

Prédio histórico de Petrópolis será Museu da Cerveja

Categorias: ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Um acordo entre o governo do estado, a prefeitura de Petrópolis e a direção da Ambev vai viabilizar a revitalização do prédio onde funcionou, na cidade serrana, a cervejaria Bohemia, desativada em 2000. O prefeito Paulo Mustrangi anunciou nesta quarta-feira que será implantado um complexo no imóvel, que tem 20 mil metros quadrados. Conforme informou Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO, o projeto de aproveitamento da antiga construção prevê a implantação do Museu da Cerveja, de uma microcervejaria para degustação, de centros de pesquisa de novos produtos e de tradições petropolitanas, além de bares e restaurantes.

“É uma vitória da história de nossa cidade. Estamos nos encontrando com nossas raizes. A fábrica da Bohemia em Petrópolis foi a primeira cervejaria do Brasil. Os seus fundadores, alemães, foram os colonizadores de nossa cidade. Petrópolis era muito conhecida por sua fábrica de cerveja”, disse Mustrangi.

Quem também ficou entusiasmada foi a presidente da Associação de Moradores e Amigos do Centro Histórico da Cidade Imperial de Petrópolis (Ama-Centro Histórico), Myriam Born.

“É muito bem-vinda a notícia. Aquele lugar precisa ter um aproveitamento”, disse.

INVESTIMENTO CONTARÁ COM INCENTIVOS FISCAIS DO ESTADO - Na tarde desta quarta-feira, Mustrangi e o governador Sérgio Cabral conversaram por telefone, fechando o acordo. Segundo o prefeito, o entendimento envolve incentivos fiscais - ou seja, os investimentos que a Ambev fará no complexo serão abatidos de ICMS futuro. Para adequar o imóvel, serão necessários R$ 40 milhões.

O diretor de Relações Corporativas da Ambev, Milton Seligman, informou que, assim que for formalizado o acordo, o projeto começará a ser executado imediatamente:

“A reforma no prédio é grande, mas rápida. Temos condições de concluí-la em um ano”, afirmou Seligman.

Mustrangi contou que esteve em São Paulo três vezes este ano para negociar com a direção da Ambev o projeto de aproveitamento da antiga fábrica da Bohemia. A sua expectativa é que, no centro de tradições petropolitanas, aconteçam apresentações diárias de grupos folclóricos e exposições de artesanato.

A antiga cervejaria foi fundada entre o final de 1853 e o início de 1854. A fachada do prédio é tombada pelo Iphan.

ENCONTRE SEU IMÓVEL NO ZAP:

LEIA MAIS:

FESTIVAL DESIGN DE LONDRES APRESENTA JOVENS CRIADORES

ASSISTA NO ZAP COMO CUIDAR DO JARDIM

Governo atribui ao mau tempo o maior apagão elétrico em 10 anos

Categorias: ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Mau tempo teria provocado um curto-circuito (Fotos: Paulo Pinto/AE)

Mau tempo teria provocado um curto-circuito (Fotos: Paulo Pinto/AE)

Brasília - O governo federal acredita que a concentração de “descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes” na região de Itaberá, no interior de São Paulo, causou o apagão que deixou às escuras por quatro horas mais da metade do País, na noite de terça-feira. Ao todo 18 Estados e 70 milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica. Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o mau tempo teria provocado um curto-circuito que levou à queda na transmissão de energia da Hidrelétrica de Itaipu. Num efeito dominó, a pane desligou pelo menos 15 linhas de transmissão, segundo estimativas do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Apesar da versão oficial, fontes da Eletrobrás disseram ao Estado que o governo continua sem explicação para três fatos: a quantidade de linhas de transmissão desligadas, a área atingida e o horário da pane, a partir das 22 horas, quando o consumo já é baixo. Segundo técnicos, o sistema deveria ter “ilhado” a região inicial do apagão, evitando o alastramento do blecaute e a queda das linhas de corrente contínua (as vias expressas que ligam diretamente Itaipu a São Paulo).

O anúncio das causas do apagão foi feito após mais de 20 horas de informações contraditórias do governo, que chegaram a irritar o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e fizeram a oposição convocar Lobão, além da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (pré-candidata petista à presidência), para prestar esclarecimentos em três comissões do Congresso.

Lobão negou que o problema tenha sido provocado por falta de investimentos e defendeu a solidez do sistema elétrico brasileiro. “Nenhum governo fez tantos investimentos neste setor quanto o atual”, disse o ministro, citando o aumento de 30% nas linhas de transmissão entre 2003 e 2009 e os R$ 22 bilhões investidos. Ele comparou o blecaute a uma acidente de avião ao dizer que “as máquinas são feitas para serem perfeitas, como o avião, que as vezes cai”.

Após reunião extraordinária do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), grupo que tem a função de acompanhar a segurança do abastecimento de energia elétrica no País, Lobão tentou por diversas vezes mostrar que situações extremas de meteorologia, como as que teriam sido registradas ontem na região de Itaberá, podem afetar qualquer sistema em qualquer país.

“O Brasil é o país de maior concentração desses fenômenos meteorológicos, e essa área concentra ainda mais”, justificou o ministro. Ele citou casos que teriam ocorrido no leste dos EUA, no Canadá e na Itália,semelhantes ao caso brasileiro. Em 2003, EUA e Canadá levaram quatro dias para restaurar o sistema elétrico depois de uma pane que afetou 50 milhões de pessoas.

O diretor-geral de Itaipu, Jorge Samek, disse que foi a “Lei de Murphy” que provocou o apagão de anteontem. Dos 1 mil quilômetros de rede, em apenas seis quilômetros as cinco linhas de transmissão andam juntas. “E foi bem nesse trecho que caiu o raio”, afirmou. Samek acredita que a solução para evitar que o apagão se repita é depender menos de Itaipu. Especialistas ouvidos pelo Estado também apontaram a “fragilidade” do sistema interligado.

De acordo com Luiz Eduardo Barata, diretor do ONS, apesar da extensão do apagão, os sistemas de proteção funcionaram adequadamente, impedindo que o defeito se propagasse por toda a rede, o que poderia causar danos maiores. “O grande prejuízo que se teve foi a interrupção no suprimento de energia para o consumidor, mas do ponto de vista de prejuízos materiais não existe nada, porque houve proteção devida e correta dos circuitos”, disse.

O ONS estima que houve interrupção parcial de energia no Sudeste e no Centro-Oeste equivalente a 28.800 megawatts médios (MW) ou mais de 40% da demanda de energia do País. O blecaute ocorrido em 1999 durou quatro horas e resultou numa queda de cerca de 70% da energia. Em 2002, a queda foi de 60%.

ENCONTRE SEU IMÓVEL NO ZAP:

LEIA MAIS:

MODA E DESIGN SEMPRE CAMINHARAM JUNTOS

ESTÚDIOS DE MÚSICAS GANHAM ESPAÇO EM PROJETOS DE ARQUITETURA PARA RESIDÊNCIAS




ZAP
Copyright © 2010 ZAP. Todos os direitos reservados. v2.0