Feira Construir apresenta projetos com preços acessíveis na mostra Casas Populares

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Modelo de casa em PVC (Fotos: Divulgação)

Modelo de casa em PVC (Fotos: Divulgação)

Rio de Janeiro - As casas podem ser erguidas em aço, PVC e blocos de concreto. Tanto faz o material. O que vale é reduzir os custos de construção e manter um bom acabamento do imóvel. Durante a Feira Construir, que acontece entre os dias 10 e 14 de novembro no Riocentro, a mostra Casas Populares, apresenta diversos sistemas construtivos com preços acessíveis. O evento faz parte da programação do Fórum de Habitação de Interesse Social e tem por objetivo contribuir para o plano Habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida”. Os projetos têm área média de 42m² e um custo total que pode chegar a R$ 38 mil, com mobília.

Já pensou em morar em um imóvel com paredes feitas em aço? Pois a Eurobravin, empresa do Espírito Santo voltada para a fabricação de contêineres, desenvolveu um projeto inovador, a Bela Morada, que promete erguer uma casa em cerca de 15 dias com aço galvanizado de 41,4m², com 2 quartos, banheiro, cozinha, sala/copa, forro em gesso e telhado colonial. O custo do imóvel com mobília é de R$ 38 mil sem frete e pode ser construído em todas as regiões do Brasil. De acordo com a consultora de vendas da empresa, Fernanda Maura, esse tipo de material reduz os custos de construção e traz muitos benefícios ao morador.

“A construção tem muitos pontos positivos, dentre eles o conforto térmico e acústico, a qualidade dos materiais utilizados que fazem a casa equilibrar a umidade interna e também a resistência ao fogo, pois neste tipo de construção a propagação é três vezes mais lenta que em construções convencionais”, destaca a Fernanda Maura.

A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) apresenta no projeto Habitação Casa 1.0 duas alternativas econômicas de construção: a de alvenaria estrutural com blocos de concreto e de concreto celular. Ambas estão adequadas para a reprodução em larga escala para todo o país. As casas têm aproximadamente 42m² com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. O custo do material e mão de obra sem terreno, bônus e despesas indiretas (BDI)a infraestrutura gira em torno de R$ 25 mil. A moradia pode ser adaptada conforme a cultura ou a necessidade de determinadas regiões do país, para auxiliar prefeituras, órgãos governamentais e entidades ligadas ao setor habitacional.

Modelo de casa popular em bloco de concreto

Modelo de casa popular em bloco de concreto

“A construção de alvenaria com blocos de concreto traz muitas vantagens, como, por exemplo, a facilidade e a racionalização da execução, precisão dimensional, maior economia final da edificação e elevada resistência e durabilidade.Além disso, pode abrigar as instalações elétricas nos seus vazados, eliminando a etapa de rasgos nas paredes. Considerando todas essas vantagens, a alvenaria estrutural oferece uma economia de aproximadamente 15% do custo total da obra em relação às demais alternativas. Atualmente, a tecnologia permite agregar estética e cores aos blocos de concreto”, diz gerente regional da ACBP Rio, Eduardo D´Ávila.

Os módulos de PVC de duplo encaixe também servem de suporte para construção de casas populares. Desenvolvido pela Royal Building System, o projeto apresenta soluções que garatem uma grande resistência térmica, acústica e mecânica adaptável a todos os tipos de projetos. As paredes não necessitam de revestimentos, pinturas ou tratamentos para manter uma garantia de 20 anos. Ainda assim, aceitam pinturas e revestimento, após anos da montagem inicial.

Modelo de conteiner apresentado no Casa Cor Rio 2009 pelo arquiteto Leonardo Gandolfo

Modelo de conteiner apresentado no Casa Cor Rio 2009 pelo arquiteto Leonardo Gandolfo

UMA CASA CONTÊINER PARA MORAR - E que tal morar em um contêiner? No programa Corredor Sustentável, o arquiteto Leonardo Gandolfo, um dos participantes do último Casa Cor Rio, apresenta uma residência instalada dentro de três contêineres garimpados em cemitérios de cofres de carga que se acumulam nos portos. O projeto inclui sala, quarto, cozinha e banheiro em uma área toda de 45m² com direito a varanda. Gandolfo, apoiado no conceito de sustentabilidade, ergue o espaço com iluminação por LEDs e fibra ótica, sistema de captação de energia solar, de água das chuvas, além de um biodigestor de pequeno porte. Piso de garrafas PET e tintas à base de água fazem parte da decoração.

“O custo da Casa Contêiner equivale a um quarto do cursto de construção de uma casa de alvenaria. Além disso, ela pode ser construída em apenas dez dias. Nós desenvolvemos um sistema que não permite que o imóvel esquente. O sistema modular permite ampliar a casa de acordo com as necessidades de uso”, explica o arquiteto.

Serviço:
Feira Construir - Acontece no Riocentro, entre os dias 10 e 14 de novembro, no Riocentro (Av. Salvador Allende, 6.555, Pavilhão 4 - Jacarepaguá). Mais informações: 21 3035-9100

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BB e governo do Estado já oferecem garantias

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O Fundo Garantidor de Operações que ganhou adesão da Caixa Econômica Federal reforça um mercado no qual já operam o Banco do Brasil (BB) e a Agência de Fomento do Governo do Estado.

O BB oferece cobertura de até 80% do valor total das operações de capital de giro e de investimento de empreendedores individuais e empresas com faturamento anual entre R$ 36 mil e R$ 15 milhões. As taxas cobradas em operações garantidas pela instituição são entre 20% e 30% menores que a média de mercado. No caso de capital de giro, a taxa média em contratos para um ano estava em 13,36% ontem. Em operação amparada pelo fundo garantidor do BB, o porcentual ficaria entre 9,36% e 10,7% ao ano. O produto está disponível nas agências do BB e, de acordo com o banco, até outubro teve maior procura por parte do comércio, responsável por cerca de 52% de um total de 22 mil operações.

As micro e pequenas do Estado ainda contam com o Fundo de Aval Paulista, do governo do Estado, que garante transações de compras de equipamentos, veículos e instalação de franquias a taxas de 1,3% ao mês para empresas com faturamento anual até R$ 2,4 milhões.

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Móvel sob medida no lugar certo

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É preciso ter atenção redobrada na hora de contratar o serviço (Foto: Divulgação)

É preciso ter atenção redobrada na hora de contratar o serviço (Foto: Divulgação)

Nada como ter em casa uma peça única e que se encaixa perfeitamente naquele espacinho vazio da sua sala ou cozinha. Geralmente, quem compra móveis planejados está a procura de exclusividade e permanência. Justamente por isso, é que a atenção deve ser redobrada na hora de contratar o serviço.

De acordo com Maria Christina Oliveira, técnica do Procon-SP, esses cuidados começam no momento em que é celebrado o contrato, ? é nessa hora que o consumidor pode estabelecer regras em relação ao prazo de entrega, detalhes da montagem e forma de pagamento. Mas sempre em concordância com o fornecedor?, diz.

Se tudo correr bem com a contratação, é hora de se preocupar com a entrega. Se o consumidor notar qualquer irregularidade no material, pode recusar a encomenda. Mas, muitas vezes, a empresa responsável por esse serviço é terceirizada e nada tem a ver com a fabricação dos móveis.

Nesses casos, Maria Christina recomenda que o cliente faça uma ressalva no documento que ele assina para provar que recebeu a compra, deixando claro que aceitou o produto, mas não está satisfeito.

Mesmo assim, o consumidor pode não perceber o defeito do móvel na hora da entrega ou descobrir a irregularidade ao longo de sua utilização. De qualquer maneira, a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Mariana Ferraz, explica que ?o contratante tem um prazo de 90 dias para reclamar (contados a partir do momento que o defeito foi identificado) e a loja tem 30 dias para resolver o problema?.

Mas nem sempre as negociações são tão simples. A psicóloga Sônia Garcia passou por muitos transtornos ao reformar sua cozinha. ?A empresa que contratei instalou o armário totalmente encostado no batente da porta. Toda vez que entrávamos na cozinha, batíamos a cabeça na quina do móvel.? A reclamação foi registrada, mas empresa não assumiu o prejuízo.

Maria Ferraz explica que o consumidor tem o direito de escolher entre a substituição do produto e seu dinheiro de volta. ?Se o acordo não for possível, o cliente deve denunciar a empresa a um órgão de defesa do consumidor e, em último caso, ao Juizado Especial Cível?.

O Idec recomenda ainda, que todas as tentativas de negociação com o fornecedor sejam registradas. Cartas, número de protocolo, e ligações realizadas podem ser muito úteis numa eventual ação judicial.

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Aneel irá corrigir os erros na conta de luz

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai propor uma alteração nos contratos de concessão das 64 distribuidoras de energia elétrica do País. A intenção é corrigir, daqui para a frente, a distorção dos atuais contratos que fez com que, de 2002 para cá, as empresas não repassassem para os consumidores os ganhos com o crescimento do mercado de consumo (que gerou prejuízos aos de R$ 1 bilhão por ano aos consumidores). A proposta será avaliada nesta manhã pela diretoria da Aneel.

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